Início — Wealth

SOLDI Wealth

O que fazer com o lucro
depois que ele aparece.

Separação entre patrimônio pessoal e empresarial, estratégia de investimento e planejamento sucessório para quem construiu o próprio negócio e nunca parou para organizar o que sobrou dele.

Frentes de trabalho

Separação entre patrimônio pessoal e da empresa
Política de pró-labore e distribuição de lucros
Holding patrimonial quando faz sentido
Planejamento sucessório e acordo de sócios
Alocação da reserva de caixa da PJ
Estratégia de investimento pessoal
Imóveis: PF ou PJ, e o custo de cada rota
Revisão com contador e advogado juntos

A tese

A empresa não é o patrimônio. É a fonte dele.

A confusão mais cara do empreendedor é tratar a empresa como cofre. O lucro fica parado na conta da PJ, o imóvel entra no nome errado, a sucessão nunca é discutida. Nenhuma dessas escolhas dói no dia em que é feita — a conta chega anos depois, em inventário, separação ou fiscalização, quando já não há o que reorganizar.

Wealth aqui não é venda de produto de investimento. É a conversa estrutural sobre para onde o dinheiro vai depois que sai da operação — feita por quem já tem o balanço da empresa na mão.

Comece pelo diagnóstico.

Uma sessão para mapear onde está o patrimônio hoje e o que ele custa na estrutura atual.

Dúvidas frequentes

Patrimônio e sucessão.

As perguntas que quase ninguém faz ao contador, e que custam caro quando ficam sem resposta.

Quando vale a pena abrir uma holding?

Quando existe patrimônio relevante a organizar, mais de um imóvel gerando renda, sucessão a planejar ou sociedade com regras a definir. Holding não é solução universal: tem custo de manutenção, obrigações próprias e pode gerar tributação na integralização se mal estruturada. Fazemos a conta antes — em boa parte dos casos a resposta é ainda não.

Comprar imóvel no CNPJ ou no CPF?

Depende do uso e do horizonte. No CNPJ, a compra pode usar recursos da empresa e permitir depreciação em alguns casos, mas a venda futura tende a ser mais tributada e o bem fica exposto a dívidas da empresa. No CPF, há isenções na venda que não existem na pessoa jurídica, mas o dinheiro precisa sair da empresa antes, com o custo tributário disso. É conta que muda com números concretos.

O que é planejamento sucessório e por que fazer antes?

É organizar, em vida, como o patrimônio será transferido. Feito antes, permite escolher a estrutura, diluir o custo tributário e evitar disputa. Feito depois, vira inventário: processo demorado, caro e que trava o uso dos bens no meio do caminho. Empresa familiar sem sucessão definida é o caso mais comum e mais evitável de destruição de valor.

Lucro parado na conta da empresa é um problema?

Costuma ser. Fica exposto a risco da operação, não rende adequadamente e, no futuro, pode complicar a comprovação de origem quando for retirado. O caminho é definir uma política: quanto fica como reserva operacional, quanto é distribuído e para onde vai o que foi distribuído.

Preciso ter muito patrimônio para essa conversa?

Não. Quanto mais cedo, mais barato e mais eficaz. A maioria dos erros caros — imóvel no nome errado, ausência de acordo entre sócios, mistura de contas — é cometida no começo, quando o patrimônio ainda é pequeno, e só cobra a conta anos depois.