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Quanto sua empresa
paga de
imposto hoje?
Calcule a alíquota efetiva do Simples Nacional, descubra o anexo correto e veja se o Fator R pode derrubar sua conta. Leva menos de um minuto e não pede cadastro.
Seus números
Serviços intelectuais podem migrar do Anexo V para o III pelo Fator R. O simulador testa isso automaticamente.
Se a empresa tem menos de um ano, multiplique a média mensal por 12.
É o que define o Fator R. Inclua o pró-labore dos sócios — muita gente esquece e paga alíquota maior à toa.
Resultado
Alíquota efetiva
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Quer conferir com um contador?
Revisamos seu enquadramento de graça e mostramos, com os seus números reais, quanto dá para reduzir dentro da lei.
Pedir revisão gratuita ↗Estimativa para fins informativos, calculada pelas tabelas dos Anexos I a V da Lei Complementar nº 123/2006. O valor real depende de retenções, substituição tributária, ICMS-ST, ISS retido na fonte, sublimites estaduais e do regime de competência adotado. Não substitui análise de um contador nem constitui consultoria tributária. Confira as tabelas e limites vigentes na data da consulta.
O que é o Fator R
A conta que tira empresa do Anexo V.
Empresas de serviços intelectuais — consultoria, TI, engenharia, medicina, arquitetura, publicidade — começam no Anexo V, cuja alíquota parte de 15,5%. Mas existe uma regra: se a folha de pagamento dos últimos 12 meses, somada ao pró-labore, representar 28% ou mais do faturamento do mesmo período, a empresa passa a ser tributada pelo Anexo III, que começa em 6%.
A diferença não é pequena. Numa empresa que fatura R$ 40 mil por mês, sair do Anexo V para o III pode significar alguns milhares de reais por mês no bolso. E o caminho costuma ser simplesmente ajustar o pró-labore para o patamar certo — algo que retorna ao sócio como remuneração e ainda conta como tempo de contribuição.
O detalhe que decide: o Fator R é apurado mês a mês, sempre olhando os 12 meses anteriores. Quem ajusta em dezembro não colhe o resultado em janeiro. É por isso que essa conta precisa ser acompanhada o ano inteiro, não revisada uma vez.
Nem sempre compensa
Elevar o pró-labore custa INSS de 11% sobre o valor, respeitado o teto, e pode gerar IRRF. O simulador desconta esse custo e mostra o ganho líquido — quando ele existe.
Precisa de consistência
Pró-labore fixado só para atingir o percentual e revertido depois é o tipo de arranjo que a fiscalização enxerga. A remuneração precisa ser real e compatível com a função exercida.
Muda o cálculo da aposentadoria
Pró-labore maior significa contribuição maior — o que pesa no benefício futuro do sócio. É um efeito colateral favorável que quase ninguém contabiliza na decisão.
O simulador estima. O contador confirma.
Mande seus números reais e devolvemos o diagnóstico completo: enquadramento, Fator R mês a mês e o que dá para recuperar dos últimos cinco anos.